sábado, 16 de março de 2013

História da Aromaterapia



 
 
A Aromaterapia, arte e ciência que utiliza os óleos essenciais. Surgiram no início do século passado, mais precisamente em 1914, na cidade de Grasse, sul da França.



 
Embora seja uma prática de mais de 8000 anos, o termo foi usado pela primeira vez pelo químico francês René Maurice Gattefossé, que durante a Primeira Guerra Mundial estava realizando experiências de laboratório quando queimou, seriamente, uma das mãos.

Ele a mergulhou imediatamente numa vasilha contendo óleo puro de alfazema (lavanda). A queimadura cicatrizou em poucos dias e não produziu bolhas nem infecção.

 Este foi o princípio das pesquisas com os óleos essenciais no tratamento de soldados feridos na guerra, sendo que o óleo de niauli (Melaleuca viridiflora) foi muito usado como anti-séptico. E em 1928, Gattefossé publica um livro intitulado Aromathérapie.

 
O trabalho do Pai da Aromaterapia inspirou o médico francês Jean Valnet, que usou óleos essenciais como tratamento para ferimentos durante a guerra da Indochina (1948-1959). Valnet torna-se-ía outro Pai da Aromaterapia, escrevendo Aromathérapie – Traitement des maladies par lês essences dês plantes (Aromaterapia – Tratamento das enfermidades pelas essências das plantas), em 1964.

Na mesma época, a bioquímica Marguerite Maury, que começou a estudar a o trabalho de Valnet e não se sentindo confortável com o uso dos óleos essenciais para ingestão, criou a noção de Aromaterapia como atualmente ela tende a ser praticada. Isto quer dizer: um realce à prescrição individual de óleos adequados ao estado psicológico e físico da pessoa. Ela acabou desenvolvendo outra maneira que foi a utilização de óleos essenciais em massagens.

 

 
Primeiros registros históricos:

 

v 6000 a.C., no Iraque, encontrada múmia embalsamada com óleos aromáticos.

v 3000 a.C., na Babilônia, placas de barro que descreviam sobre importações de ervas.

v 2.698 a.C., na China, cânone deixado pelo imperador She Nung descrevendo a conservação de 252 ervas.

v 2.400 a.C., no Egito, Papiro de Ébers, o primeiro tratado médico egípcio, que tem como primeira frase: “Aqui começa o livro relativo à preparação para todas as partes do corpo humano”. O Egito é considerado berço da medicina, da perfumaria e da farmácia.

v 1.500 a.C., na Índia, através de um dos quatros livros sagrados dos Vedas: O Egito é considerado berço da medicina, da perfumaria e da farmácia.

v 753 a.C., em Roma, através da prática de tomar banho aromático. Idéia trazida do Egito.

v Rainha do Egito Cleópatra (69 a.C. – 30 a.C.).

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