Queijos
Algumas dicas a mais desses manjares dos Deuses:

-O crottin de chavignol é um queijo de cabra, fabricado com
leite cru. Excelente queijo,
resultado de uma longa tradição dos fabricantes de queijo de cabra da região de
Sancerre. Ele é servido após a refeição acompanhado de fatias de pão.

-Jarlsberg é uma variedade norueguesa de queijo fabricada com leite de vaca. É um queijo semi-duro, apresentando grandes buracos
em sua massa, casca dura e um sabor adocicado de nozes, podendo ser também defumado. Possui textura amanteigada e o
cheiro é adocicado. É consumido tradicionalmente puro, embora a culinária
moderna da Noruega o insira em diversos pratos frios, e, mais raramente,
quentes.
-MIMOLETTE VIEILLE - queijo de leite
de vaca, do norte da França, consumido bastante maturado. Tem o formato de uma
bola e sua massa é alaranjada. Os pequenos furinhos em sua superfície são
produzidos pelos "cérons" - pequenos parasitas que contribuem para
sua maturação
- Ossau Iraty, fabricado no país basco francês, foi eleito
“Campeão do Mundo 2011 pelo World Awards Trophy.Ossau Iraty é feito com leite
de ovelha e envelhecido 120 dias. Ele me lembra os queijos da minha querida
Córsega: forte personalidade e ligeiro gosto de avelã.
-Feta (em grego: φέτα), também grafado fetta, é um queijo coalhado típico
da Grécia, feito tradicionalmente
com leite de cabra e de ovelha. O feta
é salgado e salmourado em água e soro de leite por
diversos meses. O queijo, de coloração branca e normalmente agrupado em
"bolos" quadrados, seca rapidamente se retirado do soro. Sua
consistência pode variar de bem mole a semi duro, com um sabor pungente e
salgado que pode ir do suave ao acentuado. O queijo curado se esfarela
facilmente.
-
Coalho ou queijo de coalho é um tipo de queijo,
produzido por fermentação e coagulação, tradicionalmente
fabricado na região Nordeste do Brasil. Uma das características esperadas do queijo de
coalho é a resistência ao calor (o que faz com que este possa ser assado e
tostado). O queijo de coalho é muito popular e tradicional no Nordeste do Brasil.
Consiste de um queijo de massa branca, pouco salgado e levemente ácido, casca
quase uniforme com a massa interna, dependendo do tempo de maturação.

Terra de
criação de prestigiadas raças bovinas e ovinas, o Piemonte se destaca na
produção de queijos D.O.P. (Denominazione di Origine Protetta), o que
atesta a qualidade das matérias primas e a tipicidade da elaboração.
- Robiola
A denominação Robiola indica
uma família de queijos de massa mole entre os quais se destaca a
variedade Murazzano, produzida na Alta Langa com um percentual de
leite ovino.
O nome
deriva de rubéola, que
indica a cor avermelhada adquirida pela casca em função de sua maturação.
-Toma piemontês
é um queijo clássico das montanhas cuja maturação, que acontece debaixo de uma
camada de ervas montanhesas, confere-lhe um sabor intenso e aromático.
- Taleggio, queijo de origem
lombarda, encontrou no Piemonte e em particular na província de Novara, uma
excelente zona de produção. No passado seu nome indicava todos os queijos de
massa mole produzidos no final do verão, quando o gado retornava cansado dos
pastos de montanha (stracch em dialeto piemontês) motivo pelo qual também era
chamado stracchino.
- Höller
A
queijaria Höller foi criada em 1987 pelo casal Fridolino e Neli Höller.
Funciona ao lado da casa da família, o local é amplo e bem estruturado. Os
Höller contam com a ajuda de funcionários para a fabricação dos queijos e
geléias. São produzidos os queijos do tipo mussarela e colonial, além de nata,
manteiga, queijinho, kochkäse (lê-se: cór-queza), geléias e mús.
- Moleson nunca tinha ouvido falar de um gouda
de cabra. Toda a textura e untuosidade do
gouda com aquele toque inconfundível do sabor do queijo de cabra. “Sem dúvida é
um queijo luxuoso.”
Depois de pronto, o mestre queijeiro percebeu
que a cor, a textura e o sabor do Moleson são muito parecidos com as
características do queijo gouda, feito com leite bovino e originário da cidade
de Gouda, nos Países Baixos. O que significa que o novo produto tem massa semi
dura, tom amarelo claro, sabor ligeiramente adocicado e cheiro suave. Já a
casca do moleson é mais macia que a do gouda tradicional e ele não têm
“oleadura”, o nome técnico para os furinhos.
A partir de agora, esse queijo não falta nas
minhas mesas de queijos e vinhos. E, por falar em vinhos, o moleson combina
muito bem com os tintos mais encorpados como um Tannat, Cabernet Sauvignon,
Shiraz e Rioja Reserva.
-Vacherin Mont-d'or é um queijo de massa mole e cor amarelo-marfim
típico do vilarejo de Les Charbonnières, Vale de Joux, no Cantão Vaud, Suíça.
É produzido com leite de vaca e envolto em uma tira retirada da
árvore epicéa,
nativa da região. Já envolto
nessa tira flexível de madeira, o queijo passa por um processo de maturação de
três semanas, durante a qual irá se desenvolver um fungo típico desse queijo. Também irá se
formar uma casca mais rígida e o interior ficará mais cremoso.
É pra saborear rezando!!!!!
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