domingo, 28 de outubro de 2012

Vampirismo

.
Quem já não conviveu com pessoas que nos fazem sentir cansados e indispostos após algum tempo de diálogo, como se nossa energia tivesse sido literalmente sugada? 



Essas pessoas são as chamadas vampiras inconsciente; elas fazem parte do nosso convívio social e por algum motivo se tornaram sugadores da energia alheia. 
Médicos, psicólogos e terapeutas são quase sempre vitimados pela ação de vampiros inconscientes. Muitos desses profissionais podem ser levados a estados emocionais graves e podem mesmo ser induzidos à estafa e exaustão de sua energia. Esses indivíduos não se dão conta do mal que podem estar causando a outros.




No Glossário Teosófico vemos a seguinte definições:formas astrais que vivem às expensas das pessoas, das quis extraem vitalidade e força. 
Podem mesmo ser corpos astrais de pessoas vivas ou das que já morreram.













1) Vampiro cobrador: Pessoa que vive cobrando a outra sobre tudo: onde foi, com quem esteve, o que fez, etc. Por meio do tédio, da irritação e de outras reações causadas na vítima, ela tem suas energias exauridas e acaba ficando com suas defesas energéticas abertas e prontas para serem sugadas.

2) Vampiro crítico: Aquele que critica demasiadamente o outro, sem dar-lhe espaço ou reconhecer seus pontos positivos. Acaba por envolver a vítima dentro de uma energia de baixa autoestima tornando-a presa fácil do roubo de energias.



3) Vampiro pegajoso: Aquela pessoa que parece não desgrudar de alguém. Fica o tempo todo próximo e parece que está “colada” na outra. Não dá espaço e deixa a pessoa meio que sufocada com sua presença. Muitas vezes não permite que tenha outros contatos com pessoas.

4) Vampiro esponja: Essa é a pessoa que acreditar ser a “dona” da outra, sendo muito possessiva. Não deixa que outros se aproximem, por ciúme e sentimento de posse. Seu desejo é isola-la e ter a pessoa só para si mesma.

5) Vampiro bajulador: Esse é o conhecido popularmente como o “puxa saco”. Fica exaltando exageradamente as qualidades da vítima, sempre para obter algo em troca. A pessoa acaba abrindo suas defesas e confiando no vampiro, pois teve seu ego alimentado e sente-se bem com isso. Como disse Dom Juan: “A maior parte da nossa energia vai para o sustento da importância pessoal”. Se algum dia for capaz de direcionar nossas energias para fora do ego, sobrará um grande estoque para empreendimentos muito mais importantes.

6) Vampiro tagarela: Aquele que fala exaustivamente e não se preocupa em estabelecer um diálogo com o outro. Tem um vício de falar muito sem nem pensar no que diz. O ato da fala acaba se tornando uma compulsão – praticamente um vício – talvez para ocultar o silêncio que poderia lhe revelar algo indesejável dentro de si mesmo. Pode falar indefinidamente, mesmo por horas; se o ouvinte permitir. Ao fim da conversa, sentimo-nos cansados e indispostos.

7) Vampiro lamentoso: Aquele que só reclama de sua vida e sempre lamenta o estado de coisas atual. Seu único discurso é a auto vitimização, reclamando o tempo todo, geralmente afirmando que estão sendo usadas por alguém, passando por dificuldades diversas; que estão sem dinheiro; com seu afetivo atribulado, dentre outras lamúrias. Há também o vampiro hipocondríaco: mal chega perto já começa a reclamar de sua saúde. Ainda dentro deste tipo, há o vampiro negativista: aquele que sempre vê as coisas pelo prisma mais desfavorável, sob uma ótica sombria e negativa.

8)Vampiro encrenqueiro: Aquele que vive para gerar conflitos, discórdias; fazer fofoca e intrigas. Acaba ganhando com a irritação das vítimas; alimenta-se da energia gerada pela confusão e pela consequente vulnerabilidade dos envolvidos.
 Autor: Hugo Lapa

Nenhum comentário:

Postar um comentário